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O projeto MSXRevival


Bem vindo.

Você esta no site do projeto de nome “MSXRevival“.

 Tudo começou com um site de informação e desenvolvimento de pequenos projetos para o MSX,  que não tinham nada além de fazer pequenas experiências e modificações no hardware, que acabou amadureçendo e se transformou num projeto muito maior do que poderiamos imaginar.

Utilizando a eletrônica como mecanismo principal desse processo, temos o objetivo de criar para o MSX todo o hardware e software necessário para que se possa torná-lo uma ferramenta útil de trabalho e entretenimento, mesmo nos dias de hoje.

Com isso esperamos estar contribuindo para o crescimento e fortalecimento do padrão no mundo todo.


         Gradiente Expert                                                                           Sharp – HotBit

Como colaborar;

Caso você possua algum material ou qualquer coisa relativa ao MSX, que está parado, e que você não usa mais, ou simplesmente deseje contribuir de algum modo, por favor entre em contato conosco. Qualquer doação será muito bem vinda.

SymbOS, (SYmbiosis Mustitasking Based Operating System)

Finalizando;

Agradeço a todos vocês que de algum modo vieram ao meu site em busca de informação, espero que voltem muitas vezes.

Agradeço a Deus por nos dar sabedoria, saúde e alegria para poder realizar todos os dias grandes coisas.

[]´s

Dex;

 
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Publicado por em 30 de dezembro de 2011 em História

 

Um pouco de diversão


Olá pessoal;

Estive dando uma olhada em nosso site e pude perceber que nosso conteúdo esta extremamente técnico e resolvi dar uma melhorada nisso, a partir de hoje vamos estreiar uma nova categoria no blog a categoria de diversão, que tem por finalidade comentar a respeito dos jogos desenvolvidos para o MSX ao longo de sua existência.

Primeira análise:  BACK TO THE FUTURE (MSX, 1985)

O MSX em minha modesta opinião, pois tenho todos esses computadores aqui comigo é microcomputador sensivelmente superior ao Commodore 64 e ao Spectrum, e seus jogos em muitas versões se tornaram superiores ao outros equipamentos da época, mas em alguns casos isso não aconteceu.

 O jogo do MSX é completamente diferente da versão do Spectrum e é superior àquele. Mas isso se deve mais ao fato de que o jogo do Spectrum é muito mal projetado, enquanto que o do MSX é “só” ruim.

Tela inicial do jogo no MSX

O jogador assume um Marty McFly. Todos os personagens e cenários são muito simples, e o objetivo é ficar pulando por cima de inimigos que parecem guardinhas de trânsito, andar pelas ruas e saltar na frente das janelas das casas para abrí-las e encontrar os pais de Marty.

Encontrados e reunidos, eles devem ser conduzidos por Marty até a danceteria, para se apaixonarem.

Apesar do visual gráfico muito abaixo do que se espera de um MSX, o Back to The Future do MSX tem o mérito de funcionar dentro do que se propõe e de ser jogável – o que já é muito mais do que se pode dizer do game do Spectrum, que realmente ficou devendo muito a galera. 

O jogo no MSX

O Jogo no Spectrum

Não quero aqui discutir sobre esse ou outro equipamento para voltar a velha discussão de quem é o melhor, tendo em vista que cada plataforma tem seus méritos, e sim fazer uma análise justa dentro de minha forma de ver o que cada equipamento tem de projeto feito para si, nisso se enquadram os jogos, que devido a falta de criatividade de muita gente ficaram a desejar, não basta tem um equipamento limitado, pois sei que é possível fazer muita coisa boa nessas máquinas, como inclusive já fiz e pretendemos fazer.

Bom pessoal, por hoje é só, espero que tenham gostado dessa nova categoria que iniciamos, afinal, ninguém é de ferro.

[]´s

Dex

Fonte: Meus computadores pessoais ligados todos juntos no mesmo jogo e também do site cemetery games.

 
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Publicado por em 5 de maio de 2012 em Diversão

 

Adaptador de teclado PS2 para MSX – Parte 6


Olá Galera;

Vamos direto ao que interessa….: )

Antes de começarmos, você precisa fazer o download das ferramentas a seguir:

O MPLAB é a ferramenta de desenvolvimento da Microchip, que é a fabricante dos PICs.

É um ambiente de desenvolvimento integrado, onde podemos editar o nosso programa, compila-lo e até fazer simulações e depurações.

O CCS é um compilador C para PIC que é mais simples de usar que um compilador C ANSI (gcc por exemplo), mas nada impede que você possa utilizar outros compiladores.

Os compiladores C ANSI são extremamente técnicos e bem complicados de instalar para que posssamos usa-los.

Já o CCS pode ser chamado de um compilador C porque usa a sintaxe e quase tudo é igual a um compilador C ANSI, mas este possui algumas facilidades para quem está iniciando em programação de PIC que não serão encontradas em um compilador C ANSI.

Quem gosta da linha de microcontroladores PIC da Microchip, sabe que programar em assembler é menos produtivo do que programar em C, e como aqui nosso propósito é de facilitar as coisas, então vamos usar a linguagem C. (ao menos por enquanto)

Existem diversas opções de compiladores C para a linha PIC, e um dos mais utilizador é o PICC CCS produzido pela Custom Computer Services .

Depois de baixar as ferramentas, instale-as. São instalações extremamente básicas e de fácil compreensão.

Recomendo instalar o CCS PICC primeiro, pois através dele teremos a integração com o MPLab.

Guarde o caminho da instalação que o instalador apresentará.Isso será importante para integrar um programa ao outro.

Após instalar o PICC e o MPLAB, abra o MPLAB e aponte para o menu de configuração de localização de ferramentas. Veja Abaixo:

Vamos aprender como usar esse compilador de dentro do MPLAB, que é a IDE de programação produzida pela Microchip.

A grande vantagem de usar essa integração é que podemos usar o compilador CCS e desfrutar de todas as facilidades que o MPLAB oferece.

A janela de configuração de localização das ferramentas será apresentada. Encontre o item “CCS C Compiler”

Veja abaixo:

Então, indique a localização do compilador. Ele estará no caminho de instalação do PICC apresentado durante a instalação. Normalmente o caminho de instalação é esse que está na imagem acima.

Após realizar a configuração, feche a janela e para testar, abra um novo projeto. Podemos usar o project Wizard.

Note que o MPLAB pergunta qual a tollkit que será utilizada, e neste caso apontamos para o CCS que configuramos.

Para compilar o seu programa de dentro do MPLAB pressione “F10″ e veja a tela de compilação do CCS ser apresentada.

A lista de avisos do compilador aparece na janela “Output”. O arquivo hexa gerado é automaticamente carregado pelo MPLAB para ser usado com os gravadores integrados.

Tela de compilação do programa gerada em Hexa pelo MPLab

Depois de instaladas as ferramentas, apresento-lhes o PIC 16F628a que será o nosso PIC alvo do primeiro circuito

Esse PIC é bastante fácil de achar, e contém um conjunto de funcionalidades embutidas no chip que o tornam extremamente versátil. Podemos fazer desde circuitos bem simples, como os que vamos fazer aqui, e até equipamentos industriais como uma Interface Homem-Máquina que desenvolvemos para um cliente.

Uma dica interessante é baixar o datasheet do componente em questão. Datasheets são documentos que descrevem detalhadamente todos os aspectos de um determinado componente eletrônico. Desta forma, o projetista poderá avaliar se certo componente eletrônico servirá aos seus propósitos de projeto. O que interessa para nós agora está na página 4 do datasheet. Nesta página, está a pinagem do nosso PIC, ou seja, o que cada “perna” do componente faz.

Baixe o datasheet do PIC 16F628a aqui

Bom pessoal por enquanto é só, no próximo post vou mostrar como escrever um programa em C, compilar e gravar no nosso PIC.

Assim faremos o led acender e temos a garantia que tudo esta funcionando poderemos começar a construir nosso tão esperado adaptador que é o alvo de nossa matéria.

Até mais;

Dex;

Fonte: www.robotizando.com.br

 
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Publicado por em 5 de maio de 2012 em Projetos

 

Conversor RGB para YUV – Parte 2


Olá Galera;

Andei pesquisando a respeito desse conversor e obtive algumas informações a respeito.

Tem muita gente que utilizou o chip LM1881 para fazer esse conversor, mas através de algumas conversas com um pessoal do meio a qual trabalho, me recomendaram considerar fortemente o LMH1981 para a devida construção desse conversor.

Mas afinal o que é esse CI ? Andei pesquisando e encontrei algumas referências.

O circuito integrado LMH1981 da National Semiconductor (www.national.com) consiste em um separador de sincronismo multiformato indicado para aplicações em TV profissional, equipamentos de vídeo, sistemas HDTV/DTV, displays de vídeo e muitas outras.
National Semiconductor

Esse componente é fornecido em invólucro TSSOP de 14 pinos com a pinagem mostrada na figura 1.

Sua entrada aceita sinais de vídeo analógicos SD/ED/HD tanto com sincronismo em dois quanto em três níveis, e na sua saída podemos obter todos os sinais de tempo críticos em lógica CMOS.

Dentre esses sinais, destacamos o sinal composto, sincronismo horizontal e vertical, burst/back, campos pares e ímpares e formato de vídeo. O LMH1981 detecta automaticamente o formato de vídeo de entrada, eliminando-se assim a necessidade de programação. Na figura 2 temos um circuito típico de aplicação desse componente.

Os sinais separados podem ser NTSC, PAL, SECAM, 480I/P, 576I/P, 729P e 1080I/PsF de vídeo composto (CVSB), S-Vídeo (Y/C), e interfaces de componentes de vídeo (YpbPr/GBR). A alimentação pode ser feita com tensões entre 3,3 V e 5 V. Uma placa de avaliação com um circuito completo conforme mostra a figura 3, encontra-se disponível para os desenvolvedores de produtos que empreguem esse componente.

Circuito acima é para a construção de uma placa de avaliação.

Creio que a nossa primeira etapa seria construir o circuito acima afim de avaliar se realmente esse CI pode atender nossa necessidade desse adaptador.

Também mandei alguns emails a National Semicondutor informando se esse produto seria o ideal para a construção de nosso conversor, e a resposta foi positiva, o que me animou muito. :)

Foto do CI da própria National fazendo referência ao LMH1981

Acima outro exemplo de conversor, nesse caso para PS2

Bom pessoal, agora só nos resta comprar esses componentes, montar o circuito e começar a fazer todos os testes.

Até o próximo post;

Dex

 
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Publicado por em 14 de abril de 2012 em Projetos

 

Projeto dos Leitores – Montagem do conector teclado Expert


Olá Galera;

Nosso leitor Robledo (Jaime) de Floripa, nos enviou em fotos a forma como ele tem feito o conector manualmente para utilizar com o adaptador de teclado que ele mesmo projetou, mostramos detalhadamente a seguir;

Este slideshow necessita de JavaScript.

Acima segue em imagens o processo de construção de um conector de teclado Expert;

Agradeço ao Robledo pelo envio das imagens, que visa dar ao leitor uma visão doméstica de construção desse conector.

E você ? Curtiu o modo que o Robledo nos mostrou ?

Caso tenha uma idéia melhor, queira por gentileza compartilhar conosco. A comunidade MSX agradeçe.

É isso ai pessoal, até o próximo post;

Dex

 
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Publicado por em 14 de abril de 2012 em Projetos

 

Adaptador de teclado PS2 para MSX – Parte 5


Olá Galera;

Continuando com nosso projeto de construção do adaptador PS2 para MSX, lembrando que até o momento construimos nosso gravador de PIC, tivemos uma breve explicação do que é o PIC 16F628A, baixamos os programas para a gravação do mesmo, com uma economia muito grande nos custos de produção.

Agora nesse momento para dar seguimento a nosso projeto iremos precisar de uma protoboard, ela é uma peça fundamental no processo de desenvolvimento de qualquer circuito eletrônico que iremos desenvolver daqui pra frente, e iremos precisar muito dela.

Acima, uma protoboard já com o PIC 16F628A conectado

Nesse momento você pode perceber que necessitaremos também de uma fonte de alimentação, pois é claro, sem energia nada aconteçe.

Caso você não tenha a fonte, adquira uma de 5V com 1A, ela é mais do que suficiente para nosso propósito, agora se você deseja ir além desse projeto, ai recomendo fortemente uma fonte de bancada.

Creio que existem inúmeras opções de fonte de alimentação, até se você quiser pode utilizar a própria fonte do PC para isso.

Também vamos necessitar de muitos fios para realizar as ligações pertinentes ao circuito, esses fios vão representar as trilhas do nosso circuito impresso.

Para facilitar as coisas nosso esquema acima segue o padrão de cores que usamos para criar o gravador de PIC. Eles são conectados nos pinos indicados.

Abaixo o significado de cada um dos fios de nosso gravador;

  • Azul – Data: Através desse fio, o gravador faz o “upload” do programa, enviando os dados do programa compilado de forma serial, bit a bit.
  • Verde – Clock: Como os dados são enviados de forma serial, o gravador gera pulsos chamados “pulsos de clock” que é uma sequencia de 5 Volts seguido de um 0 Volt. Cada pulso indica para o PIC que um bit de dado de programa está disponível no pino DATA (acima)
  • Laranja – VPP: Esse fio é a indicação para o PIC de que um programa será enviado pelo gravador. Esse fio leva um sinal de 13 Volts ao PIC, que ao receber essa tensão entra em modo de programação e espera então uma sequencia de bits e sinal de clock nos outros dois fios.
  • Preto – GND: Como o gravador e a protoboard são alimentadas por fontes de energias diferentes (o PC alimenta o gravador e uma outra fonte alimenta o PIC) as referências, ou os 0 Volts precisam ser igualados. Isso é feito ligando-se o GND (zero volt) da protoboard ao GND do gravador.

Acima os fios ligados da forma correta nos pinos do PIC e adicionamos um led e um resistor de 330 Ohms.

Uma observação importante precisa ser feita em relação ao LED. Esse componente não é uma lâmpada, e sim um diodo emissor de luz.

Simplificadamente, o LED tem polaridade, ou seja, tem um polo positivo chamado de “Anodo” e um polo negativo chamado de “Catodo”.

Como demonstrado, o LED tem “lado” e precisa ser ligado de forma correta. Para saber qual o lado certo, veja que o polo negativo do LED tem um “corte” ou chanfro no corpo e o terminal negativo é menor.

No nosso exemplo, o lado com chanfro, ou seja, o negativo do LED está inserido no barramento “linha” de 0 Volts.

Ele recebe corrente do PIC através do terminal positivo e tem corrente limitada pelo resistor de 330 Ohms. Se não houvesse o resistor, a corrente elétrica fornecida pelo PIC teria um valor maior do que o LED suporta, e este então queimaria.

No próximo post, ensinaremos como instalar os programas CCS e o MPLab, da qual usaremos para poder digitar nosso programa e compila-lo.

Até +

Dex;

Fonte: www.robotizando.com.br

 
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Publicado por em 7 de abril de 2012 em Projetos

 

Conversor RGB para YUV – Parte 1


Olá Galera;

Um de nossos leitores “Ademir Jorge” nos escreveu sobre um problema para utilizar o MSX em monitores de 15 Hz, cada dia mais difíceis, pensando nisso resolvi iniciar os estudos para criar um conversor que permita utilizar o MSX em qualquer aparelho de televisão/lcd/led e etc. E ele sugeriu o YUV.

Uma das coisas que se sabe a respeito é que o YUV foi inventado por engenheiros que queriam um método de transmissão de sinal que era compatível com o preto-branco e TV (B & W) sendo capaz de adicionar cor.

Os sinais YUV são geralmente criados a partir de RGB ( vermelho , verde e azul ) de origem.

Valores ponderados de R, G e B são somados para produzir Y ‘, uma medida de brilho geral ou de luminância. U e V são calculadas como diferenças entre escalados Y ‘e os valores B e R.

Exemplo de adaptador criado para converter YUV

Bom, esse assunto parece ser muito extenso, mas vamos estudando a respeito a possibilidade de se fazer esse conversor. Caso alguem tenha esse adaptador pronto, favor compartilhar conosco. :)

Até +

Dex

 
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Publicado por em 6 de abril de 2012 em Projetos

 

Projeto Orbit – Mais um projeto de Micro MSX !


Olá galera;

Para descontrair um pouco, estive visitando o site da WORP3 e pude observar que eles estão trabalhando em um novo MSX, assim como a gente eles tem a pretensão de desenvolver um novo equipamento do zero.

Abaixo, segue detalhes do projeto;

Acima o gabinete frontal do Orbit

O projeto Orbit é um novo desafio da equipe WORP3.

Será uma nova plataforma de hardware compatível com o MSX.

Quando estiver pronto, a plataforma Orbit irá embalar uma grande quantidade melhorias.
Para dar uma idéia de nossas metas de projeto, aqui estão algumas especificações do projeto-alvo:

-A CPU binário muito melhor Z80/R800 compatível que tem uma estrutura totalmente pipeline arquitetura de 32 bits.

-A memória principal terá uma capacidade mínima de 2 GBytes, largura de ônibus seráde 32 bits.

-Um processador de vídeo high-end, que é poderoso o suficiente para lidar com HDTV, sim MSX vai HD!

O VDP terá a sua própria largura de banda de memória de altura e tem um subconjunto compatível com o VG9958;

-Audio processador de som onboard;.

Na parte frontal encontraremos;

-Interruptor;
-Porta-MIDI;
-SD-Cart;
-3x portas USB;
MSX-slot para cartuchos compatíveis e porta de joystick;
-2.5mm fone de ouvido;

Na parte traseira encontraremos;
-Conector de alimentação;
-4x portas MIDI para fora;
Alta velocidade coaxial de porta de expansão;
-Porta HDMI;
-USB;
-Áudio estéreo;
-Áudio estéreo na porta de saída;

Maiores informações;

http://www.worp3.com/main.html

Espero que eles tenham sucesso nesse projeto, assim como a gente no nosso BR-X, pois assim estaremos fortalecendo o padrão.

Até +

Dex

 
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Publicado por em 5 de abril de 2012 em História

 

Adaptador de Teclado PS2 – Lista de Reserva


Olá Galera;

Tenho recebido e-mails de muitos lugares do Brasil e até de fora dele, e tem muita gente interessada no adaptador.

Apesar de minha resistência sobre fornecer esse produto, pois o mesmo ainda está sendo testado, entendo que a melhor maneira de poder ajudar a todos é aderir ao movimento.

Como não são todas as pessoas que tem habilidade em eletrônica, me pediram para criar uma lista de reserva para que todos possam compra-lo.

Exemplo de adaptador de teclado PS2 para ZX-Spectrum

Então caso seje de interesse de vocês, favor mandar um e-mail para msx@silicomsoft.com.br informando o interesse no adaptador.

Nessa primeira etapa, iremos fornecer apenas o adaptador de teclado para o Expert, todavia quem tiver o Hotbit e também quiser o adaptador queira se cadastrar, pois temos a idéia de produzir um para o mesmo.

Muito obrigado

Dex;

 
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Publicado por em 3 de abril de 2012 em Projetos

 

Adaptador de teclado PS2 para MSX – Parte 4


 

Olá Galera;

Antes de iniciarmos nossa experiência de acender um led, para que possamos testar nosso gravador de PIC, gostaria de informar que alguns leitores me escreveram e tiveram algumas dificuldades.

Pergunta - Tenho Notebook / PC somente com saída usb, posso conectar um adaptador USB para Serial (RS232C – DB9) ?

R: Sim, mas atenção um PIC necessita de pelo menos 12V no sinal VPP para que ele possa ser gravado,a interface RS232C trabalha com voltagens de -12V a +12V atendendo perfeitamente a esse requisito, no caso da USB necessitamos que o adaptador utilizado respeite essa norma.

Cuidado ao adquirir esses adaptadores mais baratos, normalmente não funcionam. Um bom teste a ser feito é medir o pino 3 macho do adaptador DB9 para verificar se o mesmo possui uma tensão de +12V -12V.

Exemplo de um adaptador de USB para Serial

 

Vamos utilizar para nosso teste um programa que irá gravar o programa que iremos fazer no PIC, e como aqui no blog tudo funciona na base da econômia então vamos aderir a um programa gratuito cedido gentilmente por Wolfgand Buescher e o programa pode ser baixado aqui.

Após realizar a instalação do software, você deve acessar a seguinte opção;

Deixe as opções configuradas igualzinho a tela acima.

O Tipo de interface que usaremos é a “JDM (2) for serial Port”. Depois configure a porta serial onde o seu gravador está conectado.

Na maioria dos computadores, quando ele já vem com a porta serial esta tem o nome de COM1.

Caso você use um cabo adaptador, verifique no painel de controle do windows qual o número de COM seu cabo assumiu.

 No nosso caso usamos uma porta serial que existe no computador (COM1). Não se preocupe com o endereço. Veja abaixo;

 

Agora é só conectar o cabo na porta referida e apertar o botão “Initialize!”. Se tudo estiver certo, a seguinte mensagem aparecerá “Interface Tested OK”. Veja:

Acima, após tudo feito conforme o script a mensagem que o gravador foi encontrado;

Agora podemos avançar com nosso teste, pois já temos o nosso gravador construído, temos o microcontrolador a ser utilizado (16F628A) e temos o programa para gravar no PIC nosso programa (WINPIC Programmer).

Se você não entende nada de eletrônica, é hobbista, ou técnico, e simplesmente leu nosso blog apenas por curiosidade, pode concluir que com um mínimo de esforço é possível ter em mãos sem gastar quase nada toda a estrutura que precisamos.

Até o momento da postagem desse artigo gastei R$ 14,38 com todo o material necessário.

Claro que imagino que o pessoal já possua, um PC, ferro de solda, solda, sulgador de solda, alicates de bico e de corte e também um multímetro, caso contrário o custo sobe consideravelmente.

No próximo post, vou demonstrar como escrever e gravar nosso projeto no PIC.

Até breve;

Dex

Fonte e agradeçimentos: www.robotizando.com.br

 
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Publicado por em 29 de março de 2012 em Projetos

 

Projeto BR-X (Construa seu MSX) – Parte 3


Olá Galera,
Dando continuidade ao nosso projeto;
E como é a tal arquitetura do Z80 ?
Arquitetura de um Z80 – Clique no desenho para ampliar
A arquitetura do Z80 é frequentemente representada através do diagrama de blocos acima (que é igual ao usado na própria folha de características do componente), ora este diagrama passa com verdade aplicar-se à quase totalidade dos outros microprocessadores de uso genérico que possamos considerar.
É muito superficial olhar para o diagrama de blocos, mas por hora vai nos servir para o seu propósito, já que nos permite um enquadramento simples para a introdução dos aspectos de detalhe que irá tendo lugar nas seções seguintes.
O registro de instrução armazena o código de instrução extraído da memória, enquanto percorre a respectiva execução, proporcionando à unidade de decodificação e controle à informação necessária para a geração dos sinais de controle internos.
Todos os registros da CPU (unidade de central de processamento, central processing unit) estão incluídos no bloco com este nome (incluindo o apontador de programa ou program counter, PC), realizando-se na ALU todas as operações lógicas ou aritméticas. Arithmetic Logic Unit  ou mais conhecido nas terras tupiniquins como ULA (Unidade Lógica e Aritmética), para quem não conheçe foi proposta o conceito em 1.945 pelo matemático John Von Neuman.
Pense nela como uma grande calculadora eletrônica;
 Simbolo esquemático da ALU / ULA
Os blocos responsáveis pelo controle dos barramentos contêm buffers com terceiro estado que permitem a colocação das respectivas saídas em alta impedância, quando tal for necessário.

Conhecendo, e identificando sua pinagem e barramentos;
Pinagem do Z80A
Os 40 pinos do Z80, com a exceção dos 2 pinos de alimentação, distribuem-se pelos três barramentos já conhecidos:
1. O barramento de endereços; dispõe de 16 pinos de saída (A[0:15]), todos com terceiro estado, de forma a permitir que outros dispositivos tomem conta deste barramento (por exemplo, quando se pretende efetuar um acesso direto à memória – dma).
2. O barramento de dados; inclui 8 pinos bidirecionais, também com terceiro estado, através dos quais se processa toda a troca de informação com os dispositivos de memória e periféricos.
3. O barramento de controle; é o que inclui o conjunto de sinais que são específicos deste microprocessador, e que na figura acima se encontram agrupados nos sinais de controle do sistema, de controle da CPU e de controle do barramento da CPU.

MSX Turbo R - Utiliza o microprocessador Risc 800.

 Até o próximo post;

Dex

 
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Publicado por em 29 de março de 2012 em Projetos

 
 
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