MSXVR – Pre Order


O MSXVR é um computador compatível em nível de hardware e software para os computadores domésticos da família MSX, com a adição de novas funcionalidades e características que permitem melhorias e recursos modernos.

Você também pode jogar jogos COLECOVISION no MSXVR, e há uma funcionalidade adicional para dar suporte inicial à máquina C64, além da possibilidade de jogar jogos Spectrum. Outro recurso interessante da ferramenta de depuração é a possibilidade de depuração do código VR-Script. É certo que a equipe do MSXVR se sentirá mais confortável na criação de novos jogos e aplicativos para MSX, ZX, CPC e outras plataformas. O desenvolvimento do núcleo da biblioteca facilitará o carregamento de gráficos BMP a partir de ROM ou DSK, conversão de pixels / cores, etc.

Criar jogos MSX2 será o mais fácil possível com o VR-Script e as ferramentas de pré-processador / compilador / vinculador e depurador.

Atualmente, há testes e adição de suporte à nova placa de circuito impresso multiuso para o cartucho SJ2. Este cartucho funciona como DUAL, pode usar uma ROM interna de 512Kb (até 2Mb possível) para computadores MSX e uma memória flash interna de Gigabytes exclusiva para o MSXVR.

Obviamente, o MSXVR pode usar ambos. Maiores informações em; https://msxvr.blogspot.com até + Dex

Chuck Peddle, obrigado…


Engenheiro é um dos grandes heróis desconhecidos da era dos computadores pessoais; além de revolucionar uma era, seus chips alimentaram os primeiros computadores Apple e Commodore.

Chuck Peddle, engenheiro e empresário que criou o impulso inicial para o lançamento da era dos computadores pessoais, morreu aos 82 anos, no dia 15 de dezembro, em sua casa em Santa Cruz, Califórnia. Segundo sua parceira, a causa de morte foi um câncer no pâncreas.

Peddle revolucionou a Era digital ao projetar um microprocessador vendido por US$ 25 (aproximadamente R$100). Em uma época que a tecnologia digital era restrita a poucas empresas e pessoas, ele acreditava que seu chip de baixo custo poderia aumentar o acesso à tecnologia e abrir caminhos para dispositivos pessoais como caixas registradoras e computadores.

No entanto, sua ideia não era bem vista por todos. Em 1974, quando o engenheiro e sua equipe estudavam o revolucionário chip na Motorola Corporation, a empresa pediu para que ele encerrasse o projeto. A empresa argumentava que o produto de Peddle poderia dar início a uma competição interna indesejada contra o processador de US$ 300 (aproximadamente R$ 1225) que ela havia lançado naquele ano.

Diante disso, Peddle migrou para a MOS Technology, uma fabricante de chips rivais, e levou outros sete engenheiros da Motorola com ele. A ideia tomou forma nessa empresa e seu chip barato, o 6502, foi desenvolvido e alimentou a primeira grande onda de computadores pessoais nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, incluindo o Apple II e o Commodore PET, além do Famicom (NES nos EUA), primeiro console da Nintendo.

Propaganda de 1975 do Chip 6502. Foto: Alamy

“Chuck Peddle é um dos grandes heróis desconhecidos da era dos computadores pessoais”, afirmou Doug Fairbairn, diretor do Museu de História da Computação em Mountain View, Califórnia. “Praticamente todos os computadores pessoais antigos e bem-sucedidos do mercado de massa foram construídos em torno do 6502, não chips da Intel ou qualquer outra pessoa”, explicou.

Charles Ingerham Peddle nasceu em 25 de novembro de 1937, em Bangor, Maine. Além de contribuir para a explosão na era dos computadores pessoais, seu chip também integrou os primeiros videogames domésticos, como o console de jogos Atari. Seu projeto inicial, apesar de distante dos dias de hoje, ainda é significante para os avanços da tecnologia digital e dos dispositivos pessoais.

até +

Dex

Nem Microsoft, nem Apple e sim Xerox


Essa poderia ter sido a maior empresa da história, pois tinha inventado muito antes de qualquer outro o computador com interface gráfica, mouse e teclado,e-mail, internet ou seja o computador pessoal completo. Pena que eles não sabiam disso.

Pois bem, no mundo de tecnologia, posso dizer que inovação não é nada sem implementação para o mercado

Se eu te falasse que uma empresa criou a internet, mouse, interface gráfica, impressão via computadores e e-mail, você acreditaria? Ela deveria ser gigantesca, não é? Bom, ela existe, fez tudo isso e vale uma fração de startups mais famosas que construíram produtos com seu legado.  Trata-se da Xerox, uma gigante de US$ 7 bilhões, mas que podia valer US$ 500 bilhões. Fácil.

Pois bem, uma propaganda da Pirelli na época da Copa do Mundo de 1998 ensinava uma importante lição para quem dirige: potência não é nada sem controle. Pois bem, no mundo de tecnologia, posso dizer que inovação não é nada sem implementação. A Xerox criou tudo que viria a ser o computador pessoal, através do PARC (Palo Alto Research Center), mas nunca implementou para o mercado.

Pior: passou essas inovações e segredos para a Apple, que hoje vale US$ 743,5 bilhões. Steve Jobs sempre creditou isso como fundamental para o sucesso Apple. E em um documentário da década de 1990, ele mesmo destacou que a Xerox poderia ter sido a maior empresa da história. Se tivesse aproveitado o que ela mesmo criou.

Detalhe do programa gráfico do Alto de 1.970, que já tinham o uso de desenhos, mouse icones e etc.

Para entender o que aconteceu e o que podemos aprender com essa lição, vamos voltar ao passado e entender o contexto. Fundada em 1906 na costa Leste Americana, a Xerox já era uma gigante quando criou tudo isso, com mais de 50 anos de idade. A companhia era imensa no segmento de cópias e buscava inovar, criando o PARC (Palo Alto Research Center), no coração do Vale do Silício, em 1970.

Um pequeno adendo: é interessante ver que já naquela época o Vale do Silício era visto como a região para se criar um laboratório de inovação. Isso se dava ao mindset da região, que só foi refinado de lá para cá. Afinal, o local concentra boa parte da inovação dos últimos 80 anos.

Voltando à Xerox. O PARC deu frutos em pouquíssimo tempo. Em 1972, a empresa já havia desenvolvido um computador pessoal inteiro. Trata-se do Xerox Alto. Olha o comercial dele aí embaixo.

Esse comercial acima é datado de 1972, ou seja, muito antes do que poderiamos imaginar, tendo em vista que a grande explosão dos computadores domésticos teve inicio no final de década de 70 e se consolidou nos anos 80.

Logo podemos ter a certeza que Steve Jobs e Bill Gates apenas aprimoraram o que existia e fizeram uso disso a seu favor.

Talvez se a Xérox tivesse idéia do que tinha em mãos a história dos computadores domésticos seria muito diferente.

Observe a riqueza de detalhes do sistema gráfico.

Ele já tinha, em 72, tudo que veio a se popularizar nas décadas de 80 e 90: ethernet, interface gráfica, mouse (com três botões, igual a maioria dos mouses de hoje!), conexão com impressora e e-mail. No comercial tem uma agenda e uma assistente.

Só que a direção da empresa não entendeu muito qual era o poder do Alto, o primeiro computador pessoal com interface gráfica da história. Ele foi demonstrado para o board executivo da companhia, que decidiu manter a estratégia, focada em impressão.

Xerox Alto – O primeiro computador gráfico pessoal da história , revolucionário e nos lembra a primeira versão do windows 1.0, olha o famoso relógio de ponteiros.

A companhia nunca nem comercializou o Alto, só o instalou em escritórios da própria companhia e em escritórios do governo americano e do exército. Essa falta de visão foi fundamental para a empresa estagnar nas décadas seguintes e acabar se tornando irrelevante.

As filhas do PARC: a Apple e Microsoft

E ainda mais, em 1979 depois ela licenciou a tecnologia do Alto para a Apple, depois de Steve Jobs ficar encantado com o produto em uma série de visitas ao PARC. O acordo garantia que Jobs poderia usar essa tecnologia e em troca a Xerox poderia comprar até US$ 1 milhão em ações da Apple. Jobs fez questão que essa tecnologia fosse aplicada ao Lisa, computador lançado em 1980.

“Eles não sabem o que possuem”, chegou a afirmar Steve Jobs. Para falar a verdade, alguma parte da Xerox sabia, sim, que aquele produto era revolucionário. Quem trabalhava lá, estava animadíssimo. O board não.

Detalhe da placa mãe que pertencia ao Alto.

Em 1981, a Xerox até tentou correr atrás do prejuízo, com o lançamento do Xerox Star. Mas cometeu um erro fatal: preço. O computador chegava a custar até US$ 16 mil por unidade. E se levasse o pacote completo, tudo sairia por cerca de US$ 100 mil. Desiludidos com o fracasso em implantar os produtos da PARC, a Apple contratou vários funcionários da Xerox e acabou jogando a pá de cal no projeto.

Uma outra empresa se tornou forte neste segmento, a Microsoft. Ela também construiu seu legado no que a Xerox havia construído anos antes. E também contratou grandes nomes do PARC para avançar sua inovação interna. Tanto Microsoft quanto Apple se tornaram grandes players no segmento de computadores pessoais nas décadas seguintes, mas a Xerox, a inventora de tudo, não.

O que faltou? Implementação, que é a regra de ouro para qualquer inovação que uma empresa pode fazer. Não adianta apenas inovar: você precisa saber levar essa inovação para o mercado de forma, evitando os erros que fizeram a Xerox ser irrelevante no mercado que ela poderia ter criado sozinha.

Até +

Dex

Isistar 7


Isitar 7 é um jogo de quebra-cabeça para MSX1.

É um jogo como o clássico jogo de Lemmings.

Seu objetivo é guiar os ratos até a saída.

Você pode atribuir as várias habilidades ao mouse.
O arquivo inclui os arquivos BASIC e o arquivo ROM do emulador MSX.

Baixe agora mesmo e começe a jogar !

Isistar 7 – Download Game

Até mais

Dex

The 4 Masters of Melody


É com muita alegria que informamos que The 4 Masters of Melody, o primeiro jogo criado e distribuído pela revista Clube MSX, está ganhando uma versão em cartucho. O lançamento acontece agora nos próximos dias 7 e 8 de dezembro, durante a edição 2019 da MSX SP, encontro de usuários e entusiastas do MSX na capital paulista.

A versão física de The 4 Masters of Melody traz pequenas melhorias nos gráficos, além de manual de instrução bilíngue (português e inglês) e um case de PVC que nos remete aos jogos dos tempos áureos do MSX. A arte de capa é do artista brasileiro Andres Ramos.

The 4 Masters of Melody em cartucho | REVISTA CLUBE MSX

Cada cópia do jogo poderá ser adquirida por R$ 120,00 mais despesas de envio. A tiragem inicial é de 30 cópias, todas numeradas. Após o lançamento na MSX SP 2019, o jogo poderá ser adquirido aqui no site. Para envios internacionais, enviar um e-mail para contato@clubemsx.com.br.

O lançamento oficializa a proposta da revista Clube MSX de ser também uma publisher de jogos, disk magazines e demo disks de MSX, não só próprios, como de terceiros.

PRÓLOGO DO JOGO

Em The 4 Masters of Melody, você é Mirkell, um talentoso bardo que se perdeu na lendária e temida Floresta da Melodia. Por sorte, você foi encontrado por quatro entidades conhecidas como Os 4 Mestres da Melodia, poderosos guardiões locais com aspecto fantasmagórico e de estatura bem maior que a de um humano. Eles decidiram lhe ajudar a sair da floresta, mas com uma condição: que você consiga reproduzir as vinte melodias tocadas por eles, provando, assim, que você realmente um brilhante e bravo menestrel. Caso contrário, os 4 Mestres irão descarregar toda a fúria em você.

The 4 Masters of Melody em cartucho | REVISTA CLUBE MSX

The 4 Masters of Melody é um jogo de raciocínio para MSX1 com mecânica similar à do clássico brinquedo eletrônico Genius, porém com uma temática fantástica. O objetivo é acertar a sequência de notas tocadas pelos 4 Mestres. Caso você erre uma única nota, é fim de jogo. De autoria de Mario Cavalcanti, editor da revista Clube MSX, o título roda em qualquer MSX com pelo menos 16 kB de RAM.

The 4 Masters of Melody em cartucho | REVISTA CLUBE MSX
The 4 Masters of Melody em cartucho | REVISTA CLUBE MSX

FICHA TÉCNICA:

The 4 Masters of Melody
Ano: 2019
Gênero: Raciocínio / Educativo
Jogadores: 1
Programação: Mario Cavalcanti
Distribuição: Clube MSX
Sistema: MSX1
Som: PSG
Mídia: Cartucho (ROM 16 kB)
Arte de capa: Andres Ramos

Fonte: https://www.clubemsx.com.br/

Até +

Dex

Uchusen Gamma – Novo Jogo


Este é um jogo voltado para computadores MSX com pelo menos 16K de RAM.

Tela no jogo
Tela no jogo
Tela no jogo

O Imperador morreu sem um herdeiro direto e uma junta militar assumiu o Império Galáctico. Sem a mão forte da antiga ordem, os cyborgs do sistema Mions têm invadido cruelmente os Mundos Exteriores, deixando para trás um rastro de morte e destruição.

O Império ignorou o pedido de ajuda por muito tempo. Quando tudo parece perdido, apenas um modelo de nave espacial de combate GAMMA pode parar o avanço dos cyborgs e interromper a guerra iminente.

Este é um jogo de tiro clássico para um jogador com rolagem vertical suave.

Compatível com PAL e NTSC, o jogo requer um computador MSX com 16K de RAM (são necessários cartuchos de 64K ao carregar do cassete).

Como jogar

Para concluir o jogo, você deve chegar ao final de cada estágio e destruir o inimigo final: uma máquina de guerra Mion. Existem 5 etapas.

A GAMMA inclui uma arma principal, controlada com o fogo principal, e as bombas Nova, acionadas pelo fogo secundário (ou a tecla M, se você estiver usando cursores).

A arma principal pode ser atualizada até 8 vezes. Cada atualização fornece uma arma aprimorada, embora a velocidade e o poder variem, então você pode optar por ficar com o seu favorito. Quando você perde uma vida, a arma será rebaixada um nível.

A bomba Nova é uma arma de energia inteligente que causará danos suficientes para destruir a maioria dos inimigos e todas as balas na tela. O GAMMA pode armazenar até 9 bombas.

No final de cada estágio, pontos de bônus serão concedidos pelo número de inimigos destruídos, pelo número de cadeias completas (9 inimigos destruídos consecutivamente) e por não perder uma vida nesse estágio.

A cada 50.000 pontos você terá uma vida extra.

O sistema de ligação em cadeia

Os power-ups aparecem quando 9 inimigos são destruídos consecutivamente. Se nenhum inimigo for destruído após algum tempo, o contador da corrente será reiniciado.

Nem todas as ondas inimigas terão alvos suficientes para completar uma cadeia completa; portanto, você pode esperar até que haja inimigos suficientes na tela antes de iniciar uma cadeia.

Quanto maior a cadeia, mais pontos serão obtidos por inimigo destruído.

Controles

O jogo pode ser controlado com o cursor do teclado ou um joystick. Selecione o método de controle na tela do menu pressionando espaço para o cursor ou o botão de disparo para o joystick.

AçaoControle de video gameTeclado (cursor)
Vire à esquerdaCursor esquerdo
Mover para a direitaCursor direito
SubirCursor para cima
Mover para baixoCursor para baixo
Armafogo 1Espaço
Nova bombafogo 2 ou MM

Pressione fogo ou espaço para sair da introdução.
Pressione ‘STOP’ para pausar / retomar o jogo.
Pressione ESC para finalizar o jogo ou sair da demo.

Na tela do menu, pressione F1 para entrar na jukebox onde você pode ouvir a música dos 5 estágios.

Edição Física Uchūsen Gamma

A ser anunciado em breve!

Transferências

Este jogo é desenvolvido por Arkos 2 Player by Targhan.

Versão 1.0.1 (30-11-2019)

Uchūsen Gamma (ROM, CAS e manual no interior) – Download

Se você estiver usando o arquivo CAS em uma máquina MSX com suporte a disco, lembre-se de que é necessário inicializá-lo pressionando SHIFT para desativar a ROM do disco antes de carregar o jogo.

Se você tentar carregar o jogo em um Turbo-R , inicialize sua máquina no modo Z80 .

Se você não possui o hardware, ainda pode reproduzi-lo em um emulador .

Até +

Dex

Nova guia de Projetos


Olá pessoal;

Com o intuito de ajudar a comunidade no desenvolvimento de projetos e produtos criamos a guia no site Projetos.

Inicialmente trataremos do desenvolvimento de um adaptador de teclado PS2/USB para ser utilizado no Expert MSX.

Também vamos tratar do projeto BR-X, que é a tentativa de recriar um computador MSX completo de código aberto.

Até +

Dex

Projeto Omega – Msx Open Source



Olá pessoal;

Um novo candidato se junta ao clube dos modernos computadores compatíveis com MSX.

Na era dos emuladores e dispositivos MSX baseados em FPGA, Sergey Kiselev apresenta 
o Omega, um computador MSX2 de código aberto com um design convencional e 
utilizando peças MSX originais.

O dispositivo também inclui um teclado mecânico integrado, dando uma aparência
mais MSX, uma solução muito compacta e inteligente que encantará o público.

As especificações Omega são as seguintes:

Processador: CPU Zilog Z80 (versão CMOS - Z84C00) rodando a 3,58 MHz.

RAM: 512 KB SRAM, expansível para 4 MB usando uma placa opcional. 
Página de memória compatível com MSX*.

ROM: 256 KB ou 512 KB Flash ROM.

Vídeo: Yamaha V9938 ou Yamaha V9958 VDP.
128 KB de RAM de vídeo.
Saídas de vídeo composto, S-Video e RGB.
Áudio: Yamaha YM2149 ou Instrumento geral AY-3-8910 PSG.
Dois slots de cartucho compatíveis com MSX.
Interfaces de teclado, joysticks, impressora e gravador de cassetes.

RTC: Ricoh RP5C01.
Backup da bateria do RTC.
BIOS: CBIOS.



O desenvolvimento ainda está em andamento e toda a documentação do projeto está
disponível no GitHub.

O projeto Omega não tem nenhum objetivo comercial em mente. Sergey simplesmente
gosta de recriar o hardware de computadores "antigos" usando componentes antigos e
novos, enquanto tenta manter a sensação vintage (portanto, nenhuma emulação
de FPGA ou Raspberry Pi).

Ele cresceu na antiga União Soviética e passa horas programando essas máquinas e,
é claro, jogando na Yamaha YIS-503IIIR e Yamaha YIS-805-128R2.

Se quiserem saber mais a respeito do projeto e ajudar no seu desenvolvimento; 

https://github.com/skiselev/omega

Até mais
Dex

SX-1 Mini (MSX2 + FPGA)


Olá pessoal;

A 8bits4ever iniciou a pré-ordem de mais um projeto FPGA de MSX, trata-se do SX-1.

Suas principais características são;

  • Altera Cyclone EP1C12Q240C8N FPGA
  • 32Mb SRAM
  • 2x standard MSX Cartridge Slot Connectors (via external caddy)
  • 1x microSD Card Slot
  • D-Sub 15 VGA/RGB video output w/scanlines generator.
  • RCA, saída de vídeo composto.
  • 3.5mm jack stereo audio output
  • PS2, porta de teclado.
  • 1 porta de joystick DB9.

Caso a galera se interesse, deem uma olhada no próprio site e façam seus pedidos.

https://www.8bits4ever.net/product-page/sx-1-mini-msx2-fpga

Tem muitos projetos de novos MSX em andamento, acredito que temos inúmeras opções hoje de escolha.

Até +

Dex

SM-X – Victor Trucco


Olá pessoal;

Victor Trucco criou um dos mais avançados FPGAs de MSX disponíveis.

As primeiras unidades foram enviadas aos usuários.

E aqui estão algumas considerações importantes;

Em termos de hardware, esse clone do OCM difere fundamentalmente 
de seu modelo original. 

Embora seja capaz de usar o firmware mais recente do KdL como 
firmware base, ele se beneficia de um chipset FPGA maior que
permite mais recursos no design. 

Especificações surpreendentes caracterizam este MSX baseado
em FPGA.

O suporte a HDMI é um desejo de longa data no mundo MSX. 



Mesmo quando a solução atual não é suportada por todas as TVs
modernas, Victor está trabalhando em uma atualização para obter
mais resoluções trabalhando com o SM-X.

A saída de áudio digital via HDMI forneceria aos usuários
audiófilos possibilidades irrestritas. 

Também a oportunidade de integrar uma interface MIDI, semelhante
ao TR GT, é nova no mundo MSX. 

Uma terceira porta de cartucho, um gerador de linha de varredura,
uma função turbo mais os recursos habituais de OCM e Zemmix 
elevam esse dispositivo ao Olympus dos dispositivos MSX
produzidos.

Entre em contato com Victor via Twitter ou sua página inicial
para garantir que você não perca a reserva para a segunda edição,
vamos apoiar o projeto tupiniquim.

T+
Dex