Adaptador de teclado PS2 para MSX – Parte 7


Olá Pessoal;

Continuando com nossa aula;

Lembro que nesse exemplo aqui, utilizei a versão 8.40 da IDE da MPLab, e quero deixar claro que em se tratando de software, pode mudar muito as versões, pois a cada mês eles lançam novidades, mas o que vale aqui é a forma de se fazer o processo que mesmo em outras versões mais recentes, pouco deve mudar.

1 – Abra o MPLAB e clique no menu “Project > Project Wizard” ( É nosso assistente de projetos ).

                              Página do início de Projeto MPLab

Identificando o chip a ser utilizado,no caso o 16F628A

Selecionando a ToolSuite, no caso o CCS, que será nosso compilador, caso você não o visualize, favor voltar nos capítulos anteriores que demonstra como instala-lo.

Escolhendo um nome para o nosso primeiro projeto: PiscaLed

Se existir arquivos a serem adicionados, informe-os, no nosso caso apenas passe adiante.

Nosso projeto esta concluído, agora temos que digitar nosso primeiro programa.

Tela inicial do projeto PiscaLed


Agora vamos a um editor de texto qualquer de sua preferência, ou então mesmo dentro do MPLab e digite o seguinte código;

Creio que o programa acima esta bem documentado, mas caso haja dúvidas sobre ele, fiquem a vontade para comentar e realizar as perguntas. No nosso programa acima ele aguarda 500 ms entre cada operação realizada, lembrando que cada 1000 ms equivale a 1 segundo.

No próximo post, estaremos ensinando a gravar o programa no PIC, e depois realizar o teste de piscar nosso LED.

Até +

MsxRevival

fonte: http://www.robotizando.com.br

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Um pouco de diversão


Olá pessoal;

Estive dando uma olhada em nosso site e pude perceber que nosso conteúdo esta extremamente técnico e resolvi dar uma melhorada nisso, a partir de hoje vamos estreiar uma nova categoria no blog a categoria de diversão, que tem por finalidade comentar a respeito dos jogos desenvolvidos para o MSX ao longo de sua existência.

Primeira análise:  BACK TO THE FUTURE (MSX, 1985)

O MSX em minha modesta opinião, pois tenho todos esses computadores aqui comigo é microcomputador sensivelmente superior ao Commodore 64 e ao Spectrum, e seus jogos em muitas versões se tornaram superiores ao outros equipamentos da época, mas em alguns casos isso não aconteceu.

O jogo do MSX é completamente diferente da versão do Spectrum e é superior àquele. Mas isso se deve mais ao fato de que o jogo do Spectrum é muito mal projetado, enquanto que o do MSX é “só” ruim.

Tela inicial do jogo no MSX

O jogador assume um Marty McFly. Todos os personagens e cenários são muito simples, e o objetivo é ficar pulando por cima de inimigos que parecem guardinhas de trânsito, andar pelas ruas e saltar na frente das janelas das casas para abrí-las e encontrar os pais de Marty.

Encontrados e reunidos, eles devem ser conduzidos por Marty até a danceteria, para se apaixonarem.

Apesar do visual gráfico muito abaixo do que se espera de um MSX, o Back to The Future do MSX tem o mérito de funcionar dentro do que se propõe e de ser jogável – o que já é muito mais do que se pode dizer do game do Spectrum, que realmente ficou devendo muito a galera. 

O jogo no MSX

O Jogo no Spectrum

Não quero aqui discutir sobre esse ou outro equipamento para voltar a velha discussão de quem é o melhor, tendo em vista que cada plataforma tem seus méritos, e sim fazer uma análise justa dentro de minha forma de ver o que cada equipamento tem de projeto feito para si, nisso se enquadram os jogos, que devido a falta de criatividade de muita gente ficaram a desejar, não basta tem um equipamento limitado, pois sei que é possível fazer muita coisa boa nessas máquinas, como inclusive já fiz e pretendemos fazer.

Bom pessoal, por hoje é só, espero que tenham gostado dessa nova categoria que iniciamos, afinal, ninguém é de ferro.

[]´s

MsxRevival

Fonte: Meus computadores pessoais ligados todos juntos no mesmo jogo e também do site cemetery games.

Adaptador de teclado PS2 para MSX – Parte 6


Olá Galera;

Vamos direto ao que interessa….: )

Antes de começarmos, você precisa fazer o download das ferramentas a seguir:

O MPLAB é a ferramenta de desenvolvimento da Microchip, que é a fabricante dos PICs.

É um ambiente de desenvolvimento integrado, onde podemos editar o nosso programa, compila-lo e até fazer simulações e depurações.

O CCS é um compilador C para PIC que é mais simples de usar que um compilador C ANSI (gcc por exemplo), mas nada impede que você possa utilizar outros compiladores.

Os compiladores C ANSI são extremamente técnicos e bem complicados de instalar para que posssamos usa-los.

Já o CCS pode ser chamado de um compilador C porque usa a sintaxe e quase tudo é igual a um compilador C ANSI, mas este possui algumas facilidades para quem está iniciando em programação de PIC que não serão encontradas em um compilador C ANSI.

Quem gosta da linha de microcontroladores PIC da Microchip, sabe que programar em assembler é menos produtivo do que programar em C, e como aqui nosso propósito é de facilitar as coisas, então vamos usar a linguagem C. (ao menos por enquanto)

Existem diversas opções de compiladores C para a linha PIC, e um dos mais utilizador é o PICC CCS produzido pela Custom Computer Services .

Depois de baixar as ferramentas, instale-as. São instalações extremamente básicas e de fácil compreensão.

Recomendo instalar o CCS PICC primeiro, pois através dele teremos a integração com o MPLab.

Guarde o caminho da instalação que o instalador apresentará.Isso será importante para integrar um programa ao outro.

Após instalar o PICC e o MPLAB, abra o MPLAB e aponte para o menu de configuração de localização de ferramentas.

Vamos aprender como usar esse compilador de dentro do MPLAB, que é a IDE de programação produzida pela Microchip.

A grande vantagem de usar essa integração é que podemos usar o compilador CCS e desfrutar de todas as facilidades que o MPLAB oferece.

A janela de configuração de localização das ferramentas será apresentada. Encontre o item “CCS C Compiler”

Então, indique a localização do compilador. Ele estará no caminho de instalação do PICC apresentado durante a instalação. Normalmente o caminho de instalação é esse que está na imagem acima.

Após realizar a configuração, feche a janela e para testar, abra um novo projeto. Podemos usar o project Wizard.

Note que o MPLAB pergunta qual a tollkit que será utilizada, e neste caso apontamos para o CCS que configuramos.
Para compilar o seu programa de dentro do MPLAB pressione “F10” e veja a tela de compilação do CCS ser apresentada.

A lista de avisos do compilador aparece na janela “Output”. O arquivo hexa gerado é automaticamente carregado pelo MPLAB para ser usado com os gravadores integrados.

Depois de instaladas as ferramentas, apresento-lhes o PIC 16F628a que será o nosso PIC alvo do primeiro circuito

Esse PIC é bastante fácil de achar, e contém um conjunto de funcionalidades embutidas no chip que o tornam extremamente versátil. Podemos fazer desde circuitos bem simples, como os que vamos fazer aqui, e até equipamentos industriais como uma Interface Homem-Máquina que desenvolvemos para um cliente.

Uma dica interessante é baixar o datasheet do componente em questão. Datasheets são documentos que descrevem detalhadamente todos os aspectos de um determinado componente eletrônico. Desta forma, o projetista poderá avaliar se certo componente eletrônico servirá aos seus propósitos de projeto. O que interessa para nós agora está na página 4 do datasheet. Nesta página, está a pinagem do nosso PIC, ou seja, o que cada “perna” do componente faz.

Baixe o datasheet do PIC 16F628a aqui

Bom pessoal por enquanto é só, no próximo post vou mostrar como escrever um programa em C, compilar e gravar no nosso PIC.

Assim faremos o led acender e temos a garantia que tudo esta funcionando poderemos começar a construir nosso tão esperado adaptador que é o alvo de nossa matéria.

Até mais;

MsxRevival;

Fonte: http://www.robotizando.com.br